Revista Digital no Celular – 5 bons motivos para anunciar neste novo formato.

A tecnologia está em constante evolução. Antes houve a mudança do impresso para o digital, hoje há a mudança do desktop para o mobile. Entenda o por quê da revista digital no celular ser um meio necessário de engajamento nos novos tempos.

   “Revis­ta digi­tal no celu­lar”. No come­ço o nome pode até estra­nhar, mas é neces­sá­rio ape­nas um segun­do olhar para notar que logo será mais comum ouvir este nome do que pen­sa­mos.

   Vamos come­çar do prin­cí­pio: Pri­mei­ra­men­te o nome cor­re­to não seria “revis­ta digi­tal no celu­lar”, e sim algo como: “Revis­ta Digi­tal Mobi­le” ou “Revis­ta On-line Mobi­le”, porém, como nor­mal­men­te acon­te­ce uma trans­for­ma­ção com expres­sões e pala­vras estran­gei­ras no Bra­sil, pos­si­vel­men­te, com a popu­la­ri­za­ção des­sa tec­no­lo­gia, o nome “revis­ta digi­tal no celu­lar” será incor­po­ra­do e difun­di­do por todo o país.

   Ten­do em vis­ta que hoje a tec­no­lo­gia mobi­le abran­ge mui­tos outros dis­po­si­ti­vos, como smartpho­nes e tablets, é um tan­to quan­to falho limi­tar a revis­ta digi­tal do for­ma­to mobi­le ape­nas para o celu­lar. E esta, é tam­bém uma de suas van­ta­gens. A tec­no­lo­gia mobi­le abran­ge dife­ren­tes dis­po­si­ti­vos.

   Inde­pen­den­te do nome, veja abai­xo o por quê que uma empre­sa ter dis­po­ní­vel ao seu públi­co uma revis­ta digi­tal no celu­lar, é tão impor­tan­te quan­to lucra­ti­vo, e prin­ci­pal­men­te, pode­mos dizer que… Neces­sá­rio.

1° Motivo para se ter uma revista digital no celular: Uma revista auxilia no engajamento do cliente.

   Antes de come­çar a falar sobre a revis­ta digi­tal no celu­lar, deve­ría­mos expli­car pri­mei­ra­men­te “O que é mobi­le?”, mas antes dis­to fare­mos outra per­gun­ta: por que  uma empre­sa deve­ria esco­lher como meio de publi­ca­ção uma revis­ta? A res­pos­ta é sim­ples, a mes­ma faci­li­ta o enga­ja­men­to do cli­en­te à mar­ca.

   Por­tan­to antes de expli­car­mos o valor que pos­sui o mobi­le para o mer­ca­do, ire­mos retor­nar a um tem­po em que nem mes­mo os celu­la­res exis­ti­am. Ire­mos vol­tar aos prin­cí­pi­os da publi­ci­da­de, da pro­pa­gan­da e do mar­ke­ting. Quan­do esses esta­vam mui­to lon­ge dos altís­si­mos sal­tos de códi­go biná­ri­os do mun­do digi­tal, e come­ça­vam a enga­ti­nhar por um lon­go cami­nho na estra­da da comu­ni­ca­ção soci­al.

The Gentleman´s Maga­zi­ne” – Lon­dres – Ingla­ter­ra – 1731
Con­si­de­ra­da uma das pri­mei­ras revis­ta do mun­do. Foi a pri­mei­ra edi­ção impres­sa a uti­li­zar o nome “Maga­zi­ne” (em por­tu­guês quer dizer revis­ta).

   A pri­mei­ra revis­ta impres­sa publi­ca­da na his­tó­ria da huma­ni­da­de foi a “Erbau­li­che Monaths Unter­re­dun­gen”, publi­ca­da em 1663 na Ale­ma­nha.

   Não foi a toa que esta publi­ca­ção foi ale­mã. Lá nas­ceu tam­bém Johan­nes Guten­berg, inven­tor de uma tec­no­lo­gia ino­va­do­ra e revo­lu­ci­o­ná­ria para a épo­ca, que tra­ria mudan­ças tão sig­ni­fi­ca­ti­vas que muda­ri­am para sem­pre o mun­do e toda a huma­ni­da­de: A impres­são.

   Se hoje dian­te de novas tec­no­lo­gi­as como a revis­ta digi­tal no celu­lar, con­si­de­ra­mos o meio impres­so anti­qua­do e, além dis­so, até dis­cu­ti­mos pos­si­bi­li­da­des de seu fim, naque­la épo­ca ele era visi­o­ná­rio até demais. E com toda razão.

   Afi­nal pela pri­mei­ra vez na His­tó­ria da huma­ni­da­de, com uma mai­or faci­li­da­de do que ante­ri­or­men­te, o ser huma­no teria a capa­ci­da­de de arma­ze­nar e dis­tri­buir infor­ma­ções em lar­ga esca­la, bas­ta­ria ape­nas “colo­car isto no papel”. E gra­ças a isso, imen­sas revo­lu­ções e trans­for­ma­ções acon­te­ce­ri­am por todo o mun­do. A soci­e­da­de nun­ca mais seria a mes­ma. Ide­ais pode­ri­am ago­ra se per­pe­tu­ar atra­vés do papel.

   Nes­sa épo­ca, o con­teú­do do meio impres­so era uti­li­za­do atra­vés dos jor­nais para rela­tar aqui­lo que ocor­ria no mun­do. E assim se dava ini­cio às ati­vi­da­des da impren­sa impres­sa, poli­dos na nobre­za ide­o­ló­gi­ca con­ti­do no prin­cí­pio do jor­na­lis­mo.

   Aos pou­cos os mei­os impres­sos foram se abrin­do para temas que rele­va­vam inte­res­se geral e mais liga­dos ao entre­te­ni­men­to, como a poe­sia, humor entre outros…

   Come­ça­va len­ta­men­te a sur­gir o con­cei­to de revis­ta na manei­ra que conhe­ce­mos nos dias atu­ais.

   Por come­çar a abor­dar outros temas e a serem vis­tas por diver­sas pes­so­as, logo as revis­tas come­ça­ram a ser obser­va­das como uma exce­len­te opor­tu­ni­da­de de negó­ci­os, e com isto, uma aber­tu­ra mai­or para uma outra ver­ten­te na comu­ni­ca­ção: A publi­ci­da­de.

   Vamos sal­tar alguns sécu­los para fren­te até che­gar no come­ço do sécu­lo XX, onde a dis­tin­ção entre jor­nais e revis­tas esta­va mais con­so­li­da­da, e essas embo­ra ain­da não fos­sem a revis­ta digi­tal no celu­lar, mes­mo em sen­do impres­sas, pare­ci­am mais com o for­ma­to e o con­cei­to com as revis­tas dos dias atu­ais.

A publicidade encontrou uma excelente forma de divulgação.

   As revis­tas ain­da pos­suíam o cará­ter infor­ma­ti­vo, mas ago­ra era algo mui­to “mais leve”, dis­tan­te dos for­ma­tos car­re­ga­dos de seri­e­da­de nos jor­nais da épo­ca. A gran­de mai­o­ria tinha em seu con­teú­do infor­ma­ções rela­ci­o­na­das ao entre­te­ni­men­to, no qual o con­su­mi­dor podia ler algo dife­ren­te do que as infor­ma­ções con­ti­das nas notí­ci­as, como cri­ses econô­mi­ca e os hor­ro­res da pri­mei­ra e da segun­da guer­ra mun­di­al.

   Embo­ra com temas leves, as mes­mas não podi­am dei­xar de ser leva­das a sério. Pelo con­trá­rio, deve­ri­am ser leva­das mui­to mais  a sério. Por­que eram essas que con­tri­buíam para ditar mudan­ças rela­ci­o­na­das ao padrões de moda, artes e com­por­ta­men­to da épo­ca.

   Ou seja, mais do  que con­teú­do mera­men­te infor­ma­ti­vo, por meio das revis­tas, nes­sa lin­gua­gem menos for­mal, era pos­sí­vel mudar padrões soci­ais e com­por­ta­men­tais, e foi exa­ta­men­te nes­se pon­to que a publi­ci­da­de enxer­gou uma exce­len­te opor­tu­ni­da­de para atre­lar essas mudan­ças às suas mar­cas. Encon­trou uma manei­ra de rea­li­zar a fide­li­za­ção e enga­ja­men­to do con­su­mi­dor, pois mais do que com­prar pro­du­tos, aque­la publi­ci­da­de esta­va sen­do expos­ta em meio a uma ideia infor­mal, que era dis­cu­ti­da nas pági­nas da revis­ta, e assim o mar­ke­ting encon­tra­va uma manei­ra de atre­lar a esta ideia os seus pro­du­tos, fazen­do o con­su­mi­dor ao se recor­dar daque­la ideia dis­cu­ti­da, lem­brar-se tam­bém do pro­du­to. Em resu­mo, aque­le pro­du­to é mais do que um mero pro­du­to, ele repre­sen­ta­va toda uma ideia.

   Não se com­pra ape­nas o pro­du­to, e sim a ideia daqui­lo que ele repre­sen­ta. Quan­do se fala em uma pro­pa­gan­da “Trans­mi­ta a feli­ci­da­de”, de for­ma sub­ten­di­da, leva a crer que com­pran­do aque­le pro­du­to, no caso os ócu­los, o con­su­mi­dor con­se­gui­ria tam­bém “trans­mi­tir feli­ci­da­de”, e qual a melhor manei­ra de ven­der idéi­as repre­sen­ta­das por pro­du­tos do que apa­re­cer por meio de um diá­lo­go infor­mal jus­ta­men­te em um momen­to que o con­su­mi­dor tam­bém está mais rela­xa­do e pro­pí­cio para idéi­as com rela­ção ao assun­to no qual está len­do?  Por exem­plo: colo­car uma men­sa­gem des­te tipo em uma revis­ta de moda ou uma revis­ta que fale sobre bele­za e lan­çar um pro­du­to rela­ci­o­na­do a aque­le assun­to, além de melho­rar a rela­ção com o con­su­mi­dor, o anún­cio já esta­ria dire­ta­men­te para seu públi­co e ain­da em seu melhor momen­to.

   Em uma revis­ta de turis­mo, por exem­plo, onde o con­su­mi­dor pode­ria ser mais radi­cal, pode­ria ven­der facil­men­te um pro­du­to rela­ci­o­na­do a todo o esti­lo de vida des­te con­su­mi­dor. Assim a empre­sa con­se­gui­ria tam­bém estrei­tar seu rela­ci­o­na­men­to com o cli­en­te. Afi­nal, mais do que empre­sas e pro­du­to, o con­su­mi­dor teria tam­bém um diá­lo­go sobre outros assun­tos com a empre­sa, fican­do assim mais a von­ta­de e ten­do uma boa ima­gem da mar­ca aos seus olhos. O pro­du­to foi apre­sen­ta­do atra­vés de uma maté­ria em que o mes­mo esta­ria mais rela­xa­do. Como um velho ami­go que apa­re­ce para tomar um café e jogar con­ver­sa fia­da. É como um diá­lo­go sobre via­gens e de repen­te, no meio da con­ver­sa sol­ta uma infor­ma­ção sobre um pro­du­to que tinha a ver com seu per­fil, como se esti­ves­se se lem­bran­do que além den­tro do assun­to no qual con­ver­sa­vam, tinha tam­bém a pos­si­bi­li­da­de de auxi­liá-lo naqui­lo que ele gos­ta­va, e depois, como “quem não quer nada”, vol­tar ao assun­to  sobre a via­gem que con­ver­sa­vam, da mes­ma manei­ra que um ami­go faria. Ou seja… A revis­ta faci­li­ta o enga­ja­men­to do con­su­mi­dor à sua mar­ca.

   Mui­to tem­po depois, as empre­sas reno­va­ram total­men­te, e mais do que ape­nas publi­car anún­ci­os nas pági­nas da revis­ta, deci­di­ram fazer suas pró­pri­as revis­tas, temas liga­do a aqui­lo que seus ser­vi­ços pro­pi­ci­am.

   Uti­li­zan­do ain­da o exem­plo de turis­mo, empre­sas que ven­dem linhas aére­as, cri­am revis­tas liga­das a luga­res para via­gem. Des­sa for­ma dis­tri­bui­ri­am um con­teú­do que é de inte­res­se ao per­fil de seu con­su­mi­dor e ao mes­mo tem­po ofe­re­ce­ria os seus ser­vi­ços.

   A revis­ta faci­li­ta o enga­ja­men­to do con­su­mi­dor por meio de uma con­ver­sa infor­mal, porém, os tem­pos muda­ram. O meio impres­so aos pou­cos vai se tor­nan­do cada vez mais digi­tal. E nes­te mun­do onde infor­ma­ções e tec­no­lo­gi­as são reno­va­das no mes­mo rit­mo do cres­ci­men­to da Inter­net, não seria sur­pre­sa de que o meio impres­so aos pou­cos aca­bas­se. E com isso, as revis­tas, exce­len­te fer­ra­men­ta para o enga­ja­men­to de cli­en­tes, se con­ver­te aos pou­cos para o meio digi­tal.

   Gran­des empre­sas, como a Azul Linhas Aére­as, uma das cli­en­tes da RDO – Pla­ta­for­ma Digi­tal On-line, con­ver­tem suas revis­tas para esse for­ma­to digi­tal, se atu­a­li­zan­do com a  digi­ta­li­za­ção do mer­ca­do.

   A revis­ta digi­tal é uma exce­len­te manei­ra de alcan­çar o mes­mo enga­ja­men­to que as revis­tas impres­sas alcan­ça­vam. Além de serem atu­a­li­za­das tec­no­lo­gi­ca­men­te para o sécu­lo XXI.

   Embo­ra con­ver­ter a revis­ta para o for­ma­to digi­tal dei­xe a mes­ma atu­al para os dias de hoje, é tam­bém neces­sá­rio atu­a­li­zar o seu for­ma­to, isto é cla­ro se a empre­sa dese­ja ser man­ter atu­al e obter mais lucro assim como o enga­ja­men­to do cli­en­te. Assim como ocor­reu com o impres­so para o com­pu­ta­dor, vive­mos outro momen­to de con­ver­são. Um momen­to em que o pró­prio desk­top come­ça a ser tor­nar uma fer­ra­men­ta desa­tu­a­li­za. Esta­mos falan­do do momen­to mobi­le.

2° Bom motivo para se ter uma revista digital no celular: Alcance de mais pessoas em menos tempo do que pelo desktop.

   As empre­sas deci­di­ram cri­ar revis­tas para apro­xi­mar seus cli­en­tes e assim faci­li­tar o seu enga­ja­men­to. Enquan­to isto ocor­re, a tec­no­lo­gia mobi­le está aos pou­cos moven­do tam­bém todo o mer­ca­do e assim sur­ge a neces­si­da­de da revis­ta digi­tal no celu­lar..

   Uma pes­qui­sa reve­la, que em média olha­mos no celu­lar apro­xi­ma­da­men­te 150 vezes por dia. As pes­so­as estão cada vez mais ape­ga­das aos seus apa­re­lhos, e se olhar­mos nas ruas, vere­mos gran­de par­te das pes­so­as mexen­do em seus celu­la­res e smartpho­nes.

   No ran­king dos paí­ses do mun­do onde a tec­no­lo­gia mobi­le mais cres­ce, o Bra­sil está em quar­to lugar, no entan­to, ape­nas 5% das empre­sas inves­tem nes­ta  na no modo mobi­le.

   Cada vez mais todo o mer­ca­do está indo para esta pla­ta­for­ma. Quan­do a Inter­net foi cri­a­da, hou­ve uma cer­ta resis­tên­cia das empre­sas em se adap­tar. Acre­di­ta­vam que era algo pas­sa­gei­ro, que logo iria pas­sar.

   No entan­to quan­do com­pro­va­ram com núme­ros que inves­tir nes­te meio era lucra­ti­vo, as mes­mas empre­sas, além de verem opor­tu­ni­da­des de cres­ci­men­to uti­li­zan­do a rede, viram tam­bém a neces­si­da­de de se adap­tar a esta tec­no­lo­gia, pois caso não fizes­sem isso… Fica­ri­am desa­tu­a­li­za­das.

   Hoje, é pra­ti­ca­men­te obri­ga­tó­rio que as empre­sas tenham sit­tes, mas isto, nos pri­mór­di­os da popu­la­ri­za­ção da Inter­net, come­çou a seguir  jus­ta­men­te esse cami­nho, por­que era tam­bém pra­ti­ca­men­te obri­ga­tó­rio que as pes­so­as se atu­a­li­zas­sem e tives­sem e-mail.

   Ago­ra… Vamos vol­tar aos dias de hoje. Na atu­a­li­da­de, é obri­ga­tó­rio ter um celu­lar?

   Não que seja obri­ga­tó­rio por lei, mas de cer­ta manei­ra a soci­e­da­de cobra esse apa­re­lho. Cada vez mais as pes­so­as bus­cam um celu­lar pois encon­tram alter­na­ti­vas por ele e prin­ci­pal­men­te para ele, mos­tran­do que além da tec­no­lo­gia mobi­le estar lon­ge de aca­bar ela  está ape­nas come­çan­do. Os celu­la­res são hoje mais do que meros tele­fo­nes, são ver­da­dei­ros com­pu­ta­do­res de bor­do e estão pro­fun­da­men­te enrai­za­dos no esti­lo de vida do com­por­ta­men­to con­tem­po­râ­neo.

   No entan­to, exis­te uma difi­cul­da­de para a visu­a­li­za­ção de diver­sos sites no for­ma­to do mobi­le.

   Em ter­mos téc­ni­cos, se um site de ban­co fos­se para o celu­lar da mes­ma manei­ra que é no desk­top, seria mui­to mais com­ple­xo de ser uti­li­za­do, pois sua visu­a­li­za­ção no apa­re­lho seria tam­bém dife­ren­te, exi­gin­do que o cli­en­te ou usuá­rio, ficas­se pin­ce­lan­do na tela até encon­trar as opções que pro­cu­ra. Com isto, pagar uma con­ta seria uma tare­fa extre­ma­men­te demo­ra­da.

   Para se fazer uma revis­ta digi­tal, exis­te tam­bém a neces­si­da­de de se adap­tar ao for­ma­to mobi­le. Mais cedo ou mais tar­de, todos os con­su­mi­do­res tam­bém esta­rão por lá.

   E em um mun­do onde a tec­no­lo­gia muda tan­to quan­to o com­por­ta­men­to do con­su­mi­dor, que além de com­prar o pro­du­to tam­bém quer ser cada vez melhor aten­di­do, a empre­sa que uti­li­zar a revis­ta digi­tal ade­qua­da para esse for­ma­to, pode­ria tam­bém enga­jar à mar­ca mui­to mais cli­en­tes do que pelo modo impres­so, já que além de uti­li­zar mei­os mul­ti­mí­dia, como áudio e vídeo, a mai­o­ria das pes­so­as tam­bém estão uti­li­zan­do esta pla­ta­for­ma e pedem um bom aten­di­men­to, sem ficar pin­ce­lan­do na tela pro­cu­ran­do opções.

   Este é o segun­do moti­vo para se ter uma revis­ta digi­tal no celu­lar: alcan­ce mai­or de pes­so­as.

3° Bom motivo para se ter uma revista digital no celular: A necessidade.

   Novos padrões com­por­ta­men­tais do con­su­mi­dor e novas pla­ta­for­mas tec­no­ló­gi­cas. Os cli­en­tes que­rem ver infor­ma­ções trans­mi­ti­das em for­ma­tos mul­ti­mí­dia e com faci­li­da­de pela como­di­da­de de seus celu­la­res e smartpho­nes.  Sur­ge assim a neces­si­da­de tam­bém de se adap­tar a esses novos tem­pos. Se há novas pla­ta­for­mas e os modos para divul­ga­ção são dife­ren­tes, leva a crer que essas anti­gas pla­ta­for­mas e mei­os e divul­ga­ção anti­gos, mais cedo ou mais tar­de esta­rão ultra­pas­sa­dos.

   O meio impres­so por exem­plo: após a entra­da da Inter­net e todo o meio digi­tal, está cada vez menos soli­ci­ta­do. Isto tam­bém não é uma pre­vi­são cer­tei­ra de  que o mes­mo irá aca­bar, pois tal­vez sem­pre terá pes­so­as que irão optar uti­li­zá-lo para lei­tu­ra, seja por pre­fe­rên­cia pes­so­al ou por outros moti­vos. Porém, é ine­gá­vel que a mai­or par­te das pes­so­as encon­tra-se no meio digi­tal. E para lá tam­bém ruma o mer­ca­do.

   Do mes­mo modo, pode­mos notar que ocor­re com os desk­tops e note­bo­oks. Não quer dizer que vai aca­bar, pois pro­va­vel­men­te tam­bém sem­pre terá seu públi­co, só que é ine­gá­vel que gran­de par­te das pes­so­as  estão indo para a tec­no­lo­gia mobi­le, pre­fe­rin­do ver suas redes soci­ais, e-mails e fazer com­prar atra­vés da como­di­da­de de um sim­ples toque na tela tou­chs­cre­en de seu apa­re­lho celu­lar.

   Ten­do uma mudan­ça des­ta gran­de­za, a manei­ra na qual se faz publi­ca­ção digi­tal para a Inter­net nos com­pu­ta­do­res é dife­ren­te da manei­ra que se faz publi­ci­da­de mobi­le. Como os pro­du­tos das empre­sas pode­ri­am ser com­pra­das pelos dedos dos cli­en­tes nas telas tou­chs­cre­en de seus celu­la­res se os sites ou revis­tas des­sas mes­mas empre­sas só são vis­tas pelo com­pu­ta­dor?

   É neces­sá­rio uma adap­ta­ção tec­no­lo­gia para esses sites e revis­tas.

   Da mes­ma for­ma que há a neces­si­da­de des­ta adap­ta­ção tec­no­ló­gi­ca, sur­ge tam­bém a neces­si­da­de da adap­ta­ção com­por­ta­men­tal. Afi­nal, como as empre­sas fide­li­za­ri­am seus cli­en­tes com novos padrões de com­por­ta­men­to em rela­ção ao mer­ca­do uti­li­zan­do estra­té­gi­as para enga­ja­men­to anti­gas?

   O cli­en­te atu­al está mui­to mais exi­gen­te e moder­no. Gos­ta de um aten­di­men­to dife­ren­ci­a­do além de recur­sos mul­ti­mí­dia.

   Se uma empre­sa real­men­te quer cres­cer den­tro des­te novo mer­ca­do, ela tem não a opção, mas a neces­si­da­de de se adap­tar as mudan­ças des­te mes­mo mer­ca­do.

   E aí está o ter­cei­ro gran­de moti­vo para as empre­sas terem uma revis­ta digi­tal no celu­lar do con­su­mi­dor, bem ao alcan­ce dos dedos que dese­jam rea­li­zar novas com­pras: A neces­si­da­de.

4° Bom motivo para se ter uma revista digital no celular: Prioridade no Google

   Des­de 2015 o Goo­gle pri­o­ri­za sites que este­jam atu­a­li­za­dos com as mudan­ças do mun­do, e sites que  uti­li­zam a tec­no­lo­gia mobi­le em design res­pon­si­vo, são con­si­de­ra­dos atu­ais.

   Design res­pon­si­vo é uma téc­ni­ca que por meio de estru­tu­ra­ção HTML/CSS o site se adap­ta total­men­te ao for­ma­to mobi­le, pro­pi­ci­an­do assim, uma expe­ri­ên­cia mais agra­dá­vel para o usuá­rio uti­li­zar seus ser­vi­ços.

   Design res­pon­si­vo é uma téc­ni­ca que por meio de estru­tu­ra­ção HTML /CSS, em que o site se adap­ta total­men­te ao for­ma­to mobi­le.

   O Goo­gle pri­o­ri­za sites nes­te for­ma­to para que seus usuá­ri­os tenham uma expe­ri­ên­cia agra­dá­vel quan­do uti­li­za­rem seus ser­vi­ços.

   Sem esta téc­ni­ca, o usuá­rio teria difi­cul­da­de para a nave­ga­ção no site, e depen­den­do da com­ple­xi­da­de que o mes­mo pos­sui no desk­top, fica­ria por horas, pas­san­do o dedo sob tela, ampli­an­do e dimi­nuin­do o tama­nho na bus­ca de fazer o que pre­ci­sa.

   Ago­ra, sites que ven­dem seus pro­du­tos e ser­vi­ços com design res­pon­si­vo têm pre­fe­rên­cia para serem mos­tra­dos no Goo­gle, devi­do jus­ta­men­te para faci­li­tar ao cli­en­te a con­se­guir o que dese­ja, sem gran­des obs­tá­cu­los caso aces­se do seu celu­lar.

   Em outras pala­vras, mais do que a ven­da do pro­du­to, o Goo­gle pri­o­ri­za a qua­li­da­de de seus ser­vi­ços, ofe­re­cen­do uma expe­ri­ên­cia agra­dá­vel para quem o uti­li­za.

   Estar fora das exi­gên­ci­as do mai­or site de bus­ca do mun­do, seria um obs­tá­cu­lo para estar pró­xi­mo aos olhos dos cli­en­tes. E essa exi­gên­cia ten­de­rá a aumen­tar cada vez.

   Tan­to por sites de bus­cas, quan­to prin­ci­pal­men­te por par­te dos pró­pri­os cli­en­tes, que valo­ri­zam cada vez mais essa expe­ri­ên­cia agra­dá­vel. Ter uma revis­ta digi­tal no celu­lar de seu futu­ro cli­en­te, é cru­ci­al para aque­les que dese­jam enga­jar o con­su­mi­dor nes­ta épo­ca mobi­le.

5° Bom motivo para se ter uma revista digital no celular: Possível abertura do mercado e maiores chances de lucro.

   Ante­ri­or­men­te vimos bons moti­vos para se soli­ci­tar um revis­ta digi­tal no celu­lar, ou seja, em for­ma­to mobi­le.

   Faci­li­tar o enga­ja­men­to, mai­or alcan­ce de pes­so­as, a neces­si­da­de e a exi­gên­cia do mer­ca­do já seri­am óti­mos moti­vos para bus­car alter­na­ti­vas rela­ci­o­na­das a este assun­to. Porém todas elas estão liga­das a um aler­ta,  de que caso as empre­sas não atu­a­li­zem seus sites e revis­tas, os padrões de con­su­mo muda­rão da mes­ma manei­ra e elas fica­rão desa­tu­a­li­za­das para o mun­do.

   Só que exis­te tam­bém uma gran­de van­ta­gem para se agre­gar a este novo for­ma­to. E esta gran­de van­ta­gem já está acon­te­cen­do e vai aumen­tar cada vez mais. Vive­mos um momen­to e mudan­ça, e este momen­to se cha­ma:

   ”Momen­to Mobi­le”.

   O momen­to mobi­le é o momen­to em que as pes­so­as pre­fe­ri­rão a uti­li­zar seus celu­la­res, tablets e smartpho­nes, do que seus desk­tops e note­bo­oks.

   Hoje, as pes­so­as que uti­li­zam os dois ser­vi­ços são as mes­mas, o que ocor­re de dife­ren­te é a pre­fe­rên­cia por esses serviços.Afinal, para que espe­rar che­gar em casa para envi­ar um e-mail, entrar no Face­bo­ok ou fazer uma com­pra no desk­top, se pode­mos fazê-la dire­ta­men­te atra­vés de nos­so apa­re­lho celu­lar enquan­to esta­mos no cami­nho de casa?

   Para que levar um note­bo­ok no trem se pode­mos nos conec­tar a Inter­net por nos­so smartpho­ne?

   A pra­ti­ci­da­de está se tor­nan­do hábi­to das pes­so­as, e com isto a uti­li­za­ção dos ser­vi­ços desk­top vão cain­do, enquan­to a uti­li­za­ção dos ser­vi­ços mobi­le vão subin­do.

   Che­ga­rá um momen­to em que have­rá uma con­ver­são total pela pre­fe­rên­cia de cada ser­vi­ço.  Um momen­to onde visi­vel­men­te se nota­rá que o núme­ro de pes­so­as que uti­li­zam as pla­ta­for­mas mobi­le não é só igual, como ten­de a se tor­nar mui­to mai­or do que a uti­li­za­ção do desk­top.

   E este é o momen­to mobi­le.

   A jul­gar pelo núme­ro de apli­ca­ti­vos que são cri­a­dos para mobi­le, pela pre­fe­rên­cia das pes­so­as a uti­li­zar o celu­lar ao desk­top, e por como esses novos padrões com­por­ta­men­tais estão cada vez mais ane­xa­dos à nos­sas vidas, ten­de­mos a acre­di­tar que isto real­men­te é ver­da­de.

   Logo vere­mos empre­sas cor­ren­do atrás do tem­po per­di­do para se atu­a­li­za­rem para um novo esti­lo de con­su­mi­dor.

   Mas há uma óti­ma notí­cia que sem­pre acom­pa­nham as gran­des mudan­ças, e ela se cha­ma: Opor­tu­ni­da­de.

   Como fala­do ante­ri­or­men­te o Bra­sil é o quin­to país do mun­do no cres­ci­men­to da tec­no­lo­gia mobi­le

   No entan­to, ape­nas 5% das empre­sas naci­o­nais inves­tem nes­sa tec­no­lo­gia. Ape­nas 5% das empre­sas naci­o­nais estão pre­o­cu­pa­das para terem seus sites e revis­tas vis­tos de acor­do com o per­fil des­se novo con­su­mi­dor que vai fican­do cada vez mais real.

   Sig­ni­fi­ca que exis­te mui­to pou­ca empre­sa que aten­de à expec­ta­ti­vas des­te novo per­fil de con­su­mi­dor. Isto sig­ni­fi­ca tam­bém, que há uma gran­de aber­tu­ra no mer­ca­do, que fica­rá evi­den­te­men­te mai­or com o pas­sar dos anos ou até meses.

   Em épo­cas de gran­des mudan­ças, tam­bém sur­gem gran­des opor­tu­ni­da­des, e se man­ter atu­a­li­za­do sem­pre é bem pro­pí­cio para apro­vei­tar novas opor­tu­ni­da­des. .

   Seria bom um site ser ade­qua­do e atu­al de acor­do com o momen­to que o mun­do vive, cor­re­to? Como o momen­to mobi­le, por exem­plo.

   Seria bom empre­sas ofe­re­ce­rem uma publi­ci­da­de para rea­li­zar mais enga­ja­men­to ao exi­gen­te con­su­mi­dor atu­al, cor­re­to? Como… uma revis­ta por exem­plo.

   Ima­gi­ne ter algo com­pa­tí­vel com o mobi­le aco­pla­do a uma ver­são mul­ti­mí­dia com uma óti­ma fer­ra­men­ta para enga­ja­men­to do con­su­mi­dor. Algo como uma revis­ta digi­tal no celu­lar, por exem­plo. As chan­ces de con­se­guir tan­to a fide­li­za­ção do cli­en­te quan­to um mai­or núme­ro de con­su­mi­do­res seri­am mai­o­res… Cor­re­to?

RDO – A pla­ta­for­ma de publi­ca­ção digi­tal que fun­ci­o­na

Por: Rafa­el de Almei­da

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