No começo do século XXI, quando ainda existiam apenas jornais e revistas impressas, além do rádio e da mídia televisiva, alguém teve a ideia de replicar tudo o que era publicado offline, para o on-line.
Mais precisamente, a publicação digital começou em 1971, quando o Project Gutenberg foi lançado com a digitalização da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Desde então, cresceu muito e evoluiu para uma força que assumiu a publicação convencional, abrangendo livros, música, vídeo, áudio, notícias, video games, aplicativos móveis e muito mais.
De acordo com o Statista, 4,66 bilhões de pessoas eram usuários ativos da Internet em outubro de 2020, abrangendo 59% da população global. Além disso, as inovações e mudanças tecnológicas digitais criaram circunstâncias favoráveis para a melhoria da publicação on-line, incluindo a possibilidade de diversificar os fluxos de conteúdo e fontes de receita.
Falando sobre o Brasil, desde que as publicações digitais começaram no mundo, existiu, e ainda existe por aqui, uma constante evolução on-line. O que significa que é impossível negar a importância das publicações digitais atualmente.
De acordo com a Agência Brasil, uma pesquisa “promovida pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil”, afirmou que, em 2020, nosso país “chegou a 152 milhões de usuários – um aumento de 7% em relação a 2019. Com isso, 81% da população com mais de 10 anos têm internet em casa”.
Então, as publicações digitais foram um divisor de águas para as publicações jornalísticas e não jornalísticas que circulam na internet hoje e que temos acesso simplesmente na palma das nossas mãos.