O poder do Mobile Marketing para sua empresa no mercado de Smartphones

Como quinto país com o maior número de acessos a internet, o Brasil tem grande potencial para empresas que desejam participar do mercado mobile. A formação do mercado mobile no Brasil e as vantagens do mobile marketing para sua empresa.

Revista Digital Online

   Em 2017 nin­guém mais ques­ti­o­na a impor­tân­cia de pla­nos de mobi­le mar­ke­ting para sua empre­sa. Mas como sur­giu essa impor­tân­cia? Quais são as pers­pec­ti­vas de futu­ro para o mer­ca­do mobi­le? Vamos abor­dar um pou­co sobre a evo­lu­ção do mer­ca­do de smartpho­nes no Bra­sil e a neces­si­da­de de sua empre­sa come­çar a se adap­tar a essa nova ten­dên­cia de mer­ca­do.

A Evolução

   Com o aumen­to na capa­ci­da­de dos pro­ces­sa­do­res dos com­pu­ta­do­res e a redu­ção de seus tama­nhos como o pre­vis­to pela Lei de Moo­re um novo mun­do de tec­no­lo­gia pode sur­gir, o mer­ca­do mobi­le. Ini­ci­al­men­te, o mer­ca­do mobi­le era tra­va­do, com pou­cos recur­sos e a pos­si­bi­li­da­de de cone­xão entre as pes­so­as se limi­ta­va a liga­ções, men­sa­gens de tex­to e even­tu­al­men­te o carís­si­mo ser­vi­ço de WAP, que se tra­ta de uma for­ma de cone­xão dife­ren­te a rede.

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   Em pou­co tem­po, tive­mos um avan­ço estron­do­so na tec­no­lo­gia como um todo. Che­ga a pare­cer estra­nho que em 2007 está­va­mos viven­do a febre do “finís­si­mo” Moto Razr, a popu­la­ri­za­ção da tela a cores e per­den­do algu­mas horas no Orkut. Em menos de três anos já está­va­mos ven­do os pri­mei­ros pas­sos do Android e a ascen­são do iPho­ne como o smartpho­ne líder de mer­ca­do. Já em 2010 esse cená­rio come­çou a mudar, com o aper­fei­ço­a­men­to do Android Gin­ger­bre­ad, que con­se­guiu entre­gar um sis­te­ma está­vel para smartpho­nes com um valor con­si­de­ra­vel­men­te infe­ri­or ao de um iPho­ne.

Problemas e oportunidades desses Tempos Modernos

   Por 2012 já está­va­mos entran­do na era da hiper­co­nec­ti­vi­da­de, as orga­ni­za­ções come­ça­ram a per­ce­ber a impor­tân­cia de apli­car pla­nos de mar­ke­ting mobi­le para  empre­sas, celu­la­res com capa­ci­da­de de pro­ces­sa­men­to de um com­pu­ta­dor que pode­ri­am ser usa­dos em qual­quer lugar e o lan­ça­men­to do Android Jelly Bean, que con­se­guiu entre­gar um sis­te­ma está­vel e visu­al­men­te satis­fa­tó­rio como o iOS. Mas foi ape­nas em 2013 que come­ça­mos a ver a real revo­lu­ção no mer­ca­do mobi­le: o Moto G de pri­mei­ra gera­ção, que tra­zia com design dife­ren­ci­a­do, um con­cei­to mais jovem e o dife­ren­ci­al de ser um smartpho­ne des­ti­na­do a mer­ca­dos emer­gen­tes, ou seja, um pre­ço mais aces­sí­vel para pes­so­as com menor poder aqui­si­ti­vo. Em 2013 o setor tam­bém bateu a mar­ca his­tó­ri­ca de um bilhão de smartpho­nes ven­di­dos no Bra­sil!

   O cres­ci­men­to dos smartpho­nes na soci­e­da­de bra­si­lei­ra tam­bém trou­xe uma série de pro­ble­mas, como o con­ges­ti­o­na­men­to de dados cau­sa­do pelo enor­me núme­ro de usuá­ri­os, cri­a­ção de gol­pes vol­ta­dos para o mer­ca­do mobi­le e a vol­ta dos esque­mas de pon­zi. Feliz­men­te, o mer­ca­do mobi­le trou­xe mui­to mais van­ta­gens para a popu­la­ção do que pro­ble­mas, des­de a pos­si­bi­li­da­de de cone­xão com fami­li­a­res dis­tan­tes em qual­quer lugar quan­to empre­gos, e a pos­si­bi­li­da­de de se coor­de­nar em mani­fes­ta­ções con­tra gover­nos como a Pri­ma­ve­ra Ára­be ou as mani­fes­ta­ções de 2013, que tam­bém tive­ram gran­de par­ti­ci­pa­ção das redes soci­ais e do mer­ca­do mobi­le.

   As van­ta­gens para os con­su­mi­do­res e empre­sas de tele­fo­nia foram ine­gá­veis, vari­e­da­de de pro­du­tos, aumen­to de mer­ca­do, lucros e uma satis­fa­ção cole­ti­va em rela­ção ao mer­ca­do mobi­le. Por vol­ta de 2014, o mer­ca­do mobi­le pas­sou os com­pu­ta­do­res no mer­ca­do bra­si­lei­ro, estan­do pre­sen­te em 80% das casas. Com mais de 50% da popu­la­ção bra­si­lei­ra aces­san­do a inter­net, o poten­ci­al do mer­ca­do mobi­le aumen­tou dras­ti­ca­men­te prin­ci­pal­men­te com a melho­ra do sinal para as cone­xões móveis e o recen­te des­li­ga­men­to do sinal ana­ló­gi­co, que segun­dos os pla­nos aumen­ta­rá a ban­da dis­po­ní­vel da rede 4G em 2018.

O mercado atual e a importância do Mobile Marketing para sua empresa

   A pos­si­bi­li­da­de da cone­xão em qual­quer lugar tam­bém trou­xe novas empre­sas para o mer­ca­do, ofe­re­cen­do ser­vi­ços de Onli­ne 2 Offli­ne (ser­vi­ços onde se paga onli­ne e se rece­be no offli­ne) como o iFo­od, Uber e Gym­pass. Porém empre­sas com menos recur­sos ou meno­res ain­da não com­pre­en­de­ram ple­na­men­te a impor­tân­cia de estar pre­sen­te no mer­ca­do mobi­le, quan­do 52% das pes­qui­sas sobre pro­du­tos e empre­sas fei­tas pelo con­su­mi­dor são fei­tas atra­vés de smartpho­nes, é um pon­to de extre­ma impor­tân­cia para ser moni­to­ra­do por qual­quer empre­sa que quei­ra sobre­vi­ver na era digi­tal.

   Porém não bas­ta ape­nas cri­ar o con­teú­do o pla­ne­ja­men­to de mobi­le mar­ke­ting para sua empre­sa pre­ci­sa ser de rele­vân­cia, pos­tar em seu site ou blog e espe­rar que os cli­en­tes visu­a­li­zem. Exis­te todo um pla­ne­ja­men­to que deve ser fei­to em rela­ção a pla­ta­for­ma que deve­rá ser usa­da para a publi­ca­ção, seu for­ma­to e outras téc­ni­cas que vão garan­tir que seu con­teú­do che­gue ao seu pos­sí­vel cli­en­te.

   Uma boa pla­ta­for­ma de publi­ca­ção de con­teú­dos, tem suas van­ta­gens para se des­ta­car no mer­ca­do mobi­le. Pelo aumen­to no núme­ro de usuá­ri­os o Goo­gle “recom­pen­sa” os sites que aten­dem uma série de requi­si­tos colo­can­do eles na pri­mei­ra pági­na das pes­qui­sas. Des­de 21 de abril de 2015, o Goo­gle esta­be­le­ceu uma nor­ma que pri­o­ri­zou os sites pre­pa­ra­dos para o aces­so mobi­le, isso sig­ni­fi­ca que sites com a tec­no­lo­gia de design res­pon­si­vo terá van­ta­gens com o Goo­gle.

   A impor­tân­cia des­se recur­so é mai­or que ape­nas ser recom­pen­sa­do pelo Goo­gle. Afi­nal, o núme­ro total  de smartpho­nes no Bra­sil já é apro­xi­ma­da­men­te 168 milhões de uni­da­des com a pro­je­ção de cres­cer para 236 milhões até 2018. Com os dife­ren­tes tama­nhos de tela, reso­lu­ções e con­fi­gu­ra­ções dos apa­re­lhos, inves­tir em design res­pon­si­vo per­mi­te que todos os cli­en­tes tenham uma boa expe­ri­ên­cia ao aces­sar seu site, inde­pen­den­te de qual apa­re­lho ele este­ja usan­do. Essa boa expe­ri­en­cia de nave­ga­ção, com­pras ou aces­so a infor­ma­ção é um dos pon­tos mais impor­tan­tes a serem con­si­de­ra­dos nos pla­nos de mobi­le mar­ke­ting para sua empre­sa, tan­to para ser recom­pen­sa­do pelo Goo­gle quan­to para os usuá­ri­os.

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   Ao dis­po­ni­bi­li­zar infor­ma­ções, a empre­sa é recom­pen­sa­da pelo Goo­gle com uma melho­ra no ran­king de pes­qui­sas, poden­do che­gar a pri­mei­ra pági­na. Essa posi­ção tam­bém impac­ta dire­ta­men­te o negó­cio da empre­sa, se tor­nan­do um fator deci­si­vo para a esco­lha em momen­tos de dúvi­das dos con­su­mi­do­res. Afi­nal, um bom site com infor­ma­ções con­cre­tas pas­sa uma mai­or cre­di­bi­li­da­de para sua mar­ca e even­tu­al­men­te supe­ra as con­cor­ren­tes.

   Outro pon­to dife­ren­ci­al de se ter um site res­pon­si­vo é a pos­si­bi­li­da­de de se des­ta­car fren­te aos con­cor­ren­tes, vis­to que ain­da exis­te uma gran­de ten­dên­cia dos web­si­tes serem desen­vol­vi­dos com o foco vol­ta­do para os desk­tops e tablets, mes­mo quan­do pes­qui­sas apon­tam a dimi­nui­ção da par­ti­ci­pa­ção des­ses itens mer­ca­do. Por mui­tas vezes é usa­do como argu­men­to que a con­cre­ti­za­ção das ven­das não é fei­ta pelo mobi­le, porém em pes­qui­sa divul­ga­da em 2015 pelo Goo­gle, isso acon­te­ce prin­ci­pal­men­te pelo fato que sites não são pos­su­em uma expe­ri­ên­cia mobi­le boa o bas­tan­te.

   Para a RDO, que já nas­ceu pen­san­do no mer­ca­do mobi­le, a impor­tân­cia de uma boa estra­té­gia de mobi­le mar­ke­ting para sua empre­sa é mais que um dife­ren­ci­al. É uma prá­ti­ca que pre­ci­sa ser com­par­ti­lha­da com nos­sos cli­en­tes, assim auxi­li­an­do os que não tem recur­sos espe­ci­a­li­za­dos para desen­vol­ver seu pró­prio site, jor­nais ou revis­tas res­pon­si­vas, inter­na­men­te tem a pos­si­bi­li­da­de de inves­tir no seg­men­to e garan­tir sua expo­si­ção para 50% da popu­la­ção bra­si­lei­ra.