Conteúdo residual na RDO — Revista Digital Online

Conteúdo residual: o que é?

   O con­teú­do resi­du­al é aque­le que já foi pro­du­zi­do há um tem­po, mas con­se­gue ser rea­pro­vei­ta­do. Hoje, gra­ças à con­ver­gên­cia midiá­ti­ca, mui­to do que escu­ta­mos, lemos ou vemos está em diver­sos veí­cu­los. A ideia é mui­to bem expli­ca­da no site Pan­que­ca Vir­tu­al: “Escu­tar um pro­gra­ma de rádio na inter­net. Uma série tele­vi­si­va adap­ta­da de qua­dri­nhos. Fil­me que vira livro, livro que vira nove­la. Afi­nal, exis­te um con­cei­to para esses fenô­me­nos tão pre­sen­tes no uni­ver­so comu­ni­ca­ti­vo? Sim. Tudo isso pode ser cha­ma­do de con­ver­gên­cia midiá­ti­ca, um pro­ces­so não somen­te tec­no­ló­gi­co, mas tam­bém cul­tu­ral que teve ação ace­le­ra­da com o adven­to da inter­net. Para a jor­na­lis­ta e mes­tran­da em Pro­ces­sos e Mani­fes­ta­ções Cul­tu­rais pela Uni­ver­si­da­de Fee­va­le Alli­ne Streck Dona­to, ‘con­ver­gên­cia midiá­ti­ca é a união das poten­ci­a­li­da­des de duas ou mais mídi­as para o supor­te de um pro­du­to midiá­ti­co. Tam­bém pode ser defi­ni­da como o flu­xo des­ses con­teú­dos por diver­sas pla­ta­for­mas, com­por­ta­men­to migra­tó­rio do públi­co e uma nova mani­fes­ta­ção cul­tu­ral emer­gen­te na soci­e­da­de’. Segun­do Alli­ne, a con­ver­gên­cia pode se dar por três for­mas. A pri­mei­ra é a trans­mí­dia, onde um con­teú­do pas­sa por vári­as pla­ta­for­mas. A segun­da é a união de mídi­as e a ter­cei­ra pode ser clas­si­fi­ca­da por cross media, onde há a dis­po­ni­bi­li­za­ção de um úni­co con­teú­do em diver­sas pla­ta­for­mas. No Bra­sil, os exem­plos mais cla­ros de con­ver­gên­cia midiá­ti­ca são: CQC 3.0, Ter­ra TV, a rela­ção de con­teú­dos entre o canal FOX e seu site e o Jor­nal On-line Folha de São Pau­lo.”

 

Exemplo de propagação de conteúdo residual

   Quem nas­ceu no sécu­lo XXI não teve a opor­tu­ni­da­de de conhe­cer Cha­cri­nha. O ído­lo tele­vi­si­vo, no entan­to, con­se­gue hoje ser conhe­ci­do por meio de repor­ta­gens na TV ou inter­net e até em maté­ri­as no rádio, em revis­tas e jor­nais. Isto é inte­res­san­te, pois o con­teú­do resi­du­al nun­ca é per­di­do e milhões de pes­so­as, assim, têm aces­so aos mais diver­sos assun­tos.

 

Conteúdo residual na RDO — Revista Digital Online

   A RDO pos­sui con­teú­do resi­du­al. A pla­ta­for­ma é oti­mi­za­da para Goo­gle, Bing, etc, ou seja, além de ser uma revis­ta digi­tal é tam­bém uma fer­ra­men­ta de Mar­ke­ting Digi­tal por­que seus cli­en­tes te encon­tra­rão facil­men­te. Publi­car sua revis­ta na pla­ta­for­ma da Revis­ta Digi­tal Onli­ne não requer altos cus­tos. O inves­ti­men­to é mais aces­sí­vel do que o pra­ti­ca­do no mer­ca­do. Na RDO você terá aju­da téc­ni­ca por meio de trei­na­men­tos em víde­os publi­ca­dos no You­tu­be –  nós mon­ta­mos aula de dia­gra­ma­ção, oti­mi­za­ção para web, den­tre outros. Con­teú­dos pode­rão ser com­par­ti­lha­dos redes soci­ais. O lei­tor con­se­gue divi­dir com os ami­gos o que gos­ta via Face­bo­ok, Twit­ter, Goo­gle Plus e What­sapp. Mais de uma van­ta­gem de uma revis­ta digi­tal com con­teú­do resi­du­al e pro­pa­gá­vel você encon­tra em nos­so site!

RDO – A pla­ta­for­ma de publi­ca­ção digi­tal que fun­ci­o­na

Por: Mar­ce­la Schi­a­von

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