Conceito de banca de revista digital. Entenda o que é

   O con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal exi­ge conhe­cer mais sobre o mer­ca­do de dis­tri­bui­ção das revis­tas impres­sas. Esse meio é com­ple­xo e res­tri­to, pois envol­ve logís­ti­ca, arma­ze­na­men­to, trans­por­te, pes­so­as e isso enca­re­ce mui­to as publi­ca­ções. Outro fator que atra­pa­lha mui­to o sis­te­ma de dis­tri­bui­ção con­ven­ci­o­nal é que as publi­ca­ções não che­gam a todo lugar, ficam res­tri­tas aos gran­des cen­tros e ban­cas com mai­or poder de ven­da.

   A nos­sa RDO — revis­ta digi­tal onli­ne envol­ve o con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal. Este for­ma­to de dis­tri­bui­ção digi­tal é novo e vem que­bran­do para­dig­mas. Nele toda estru­tu­ra apre­sen­ta­da no mode­lo da revis­ta tra­di­ci­o­nal aca­ba, já que o con­cei­to muda, tor­nan­do a dis­tri­bui­ção mais rápi­da, de lon­go alcan­ce e bem prá­ti­ca. O arma­ze­na­men­to é fei­to em gran­des Data Cen­ters (das gran­des empre­sas como Apple, Micro­soft, Gool­ge, Ama­zon, Ado­be) e a dis­tri­bui­ção fica aco­pla­da nos apli­ca­ti­vos da revis­ta digi­tal em for­ma de ban­ca digi­tal (por isso é bom enten­der o con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal).

   Quan­to ao mode­lo de com­pra e assi­na­tu­ra, pode­mos dizer que ele está na mão do lei­tor, ou melhor, nas pon­tas dos dedos — já que esta­mos em ambi­en­tes digi­tais com telas sen­sí­veis ao toque (tou­ch). O con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal tem tudo a ver com isso!

   A tec­no­lo­gia da com­pu­ta­ção, envol­ven­do o con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal, pos­sui inú­me­ras van­ta­gens. Se pen­sar­mos na revis­ta digi­tal, os lei­to­res não pre­ci­sam guar­dar as revis­tas físi­cas como anti­ga­men­te. As publi­ca­ções estão arma­ze­na­das na inter­net e só pre­ci­sa­mos aces­sá-las ou, em alguns casos, fazer down­lo­ad. Con­su­mi­mos o con­teú­do poden­do car­re­gar suas publi­ca­ções onde quer que a gen­te vá sem a neces­si­da­de de car­re­gar pesos e ocu­par espa­ços.

   As revis­tas podem ser atu­a­li­za­das ou até mes­mo cor­ri­gi­das em tem­po real. Depen­den­do da for­ma e da pla­ta­for­ma em que ela foi depo­si­ta­da, o lei­tor rece­be um avi­so, atu­a­li­za o con­teú­do e tem suas alte­ra­ções fei­tas na hora. Se for­mos com­pa­rar com a revis­ta impres­sa, para rea­li­zar este pro­ce­di­men­to seria neces­sá­rio a reim­pres­são e esse pro­ces­so gas­ta­ria dinhei­ro e tem­po.

   Depen­den­do da for­ma como a revis­ta digi­tal foi pro­je­ta­da, pode-se com­par­ti­lhar o con­teú­do de for­ma rápi­da e auto­ma­ti­za­da, além da pos­si­bi­li­da­de do com­par­ti­lha­men­to por meio de redes soci­ais, aumen­tan­do, assim, a visi­bi­li­da­de da revis­ta.

   A diver­si­fi­ca­ção de ven­das de pro­du­tos e ser­vi­ços ocor­re gra­ças a gran­de neces­si­da­de do públi­co con­su­mi­dor. Isso é tam­bém uma opor­tu­ni­da­de para os donos des­sas ban­cas que ven­dem o que o lei­tor pre­ci­sa e, ao mes­mo tem­po, cobrem uma neces­si­da­de de cai­xa (já que a inter­net é uma gran­de fon­te de infor­ma­ção gra­tui­ta, aju­dan­do a redu­ção de publi­ca­ções impres­sas). No caso das publi­ca­ções das revi­sas digi­tais para dis­po­si­ti­vos móveis, as ban­cas são simu­la­cros (con­cei­to de Pla­tão que sig­ni­fi­ca simu­la­ções ou repre­sen­ta­ções) das ban­cas de rua e são apre­sen­ta­das em for­ma de apli­ca­ti­vo. O con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal sig­ni­fi­ca que revis­tas são dis­po­ni­bi­li­za­das nas lojas digi­tais como App Sto­re, Goo­gle Play, e o layout des­sas ban­cas digi­tais são pare­ci­das com estan­tes de livros ou podem ser per­so­na­li­za­das.

   Den­tro do con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal exis­tem ban­cas indi­vi­du­ais e cole­ti­vas. Um dos bene­fí­ci­os des­tas é o fato de as ban­cas arma­ze­na­rem as revis­tas de for­ma cla­ra e orga­ni­za­da. Pode-se colo­car, além das publi­ca­ções atu­ais, revis­tas anti­gas, ou até mes­mo fora de edi­ção, con­for­me a neces­si­da­de das edi­to­ras. Geral­men­te são vei­cu­la­das as revis­tas novas, mas caso haja neces­si­da­de, a edi­to­ra pode con­ver­gir, vei­cu­lar e comer­ci­a­li­zar as revis­tas que não são da era digi­tal.

   O con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal exi­ge dizer que as revis­tas expos­tas nas ban­cas são for­ne­ci­das medi­an­te paga­men­to por edi­ção, por meio de assi­na­tu­ra, ou até mes­mo podem ser ofer­ta­das gra­tui­ta­men­te. O mode­lo de ban­ca digi­tal não ser­ve ape­nas para comer­ci­a­li­za­ção da revis­ta, mas  tam­bém como bibli­o­te­ca, onde o lei­tor pode ler sua edi­ção quan­do e onde qui­ser, sem a neces­si­da­de de guar­dá-las ou car­re­gá-las (já que estão guar­da­das na nuvem). Nos mode­los onde há o con­cei­to de ban­ca de revis­ta digi­tal, as revis­tas podem ser bai­xa­das, lidas e depois, se o lei­tor qui­ser apa­gar, pode­rá bai­xa-las nova­men­te sem­pre que neces­sá­rio e con­ti­nu­ar len­do. Essa prá­ti­ca, além de aju­dar a car­re­gar e guar­dar as revis­tas, não ocu­pa espa­ço em seu dis­po­si­ti­vo móvel.

   Este con­cei­to de ban­ca digi­tal resol­ve um pro­ble­ma até mes­mo de logís­ti­ca e dis­tri­bui­ção, pois seu arma­ze­na­men­to na nuvem per­mi­te que qual­quer pes­soa, em qual­quer lugar do mun­do, tenha aces­so à publi­ca­ção dese­ja­da. Depen­do do mode­lo de ban­ca em que o lei­tor esti­ver aces­san­do seu con­teú­do, ele pode con­su­mir edi­ções ante­ri­o­res ou  fazer bus­ca den­tro do sis­te­ma por assun­tos dese­ja­dos.

   Outro recur­so impor­tan­te que envol­ve o con­cei­to de ban­ca digi­tal (depen­den­do do mode­lo que a revis­ta está publi­ca­da) é a pos­si­bi­li­da­de de mar­car tex­tos, fazer ano­ta­ções, envi­ar par­te do con­teú­do para outras pes­so­as, ou seja, alguns mode­los de ban­ca, for­ne­cem recur­sos que lem­bram o livro digi­tal, os e-books. Den­tro das ban­cas digi­tais pode-se comer­ci­a­li­zar publi­ci­da­de por meio de ban­ners digi­tais. Com isso, a edi­to­ra pode fazer divul­ga­ção de seu pró­prio con­teú­do ou comer­ci­a­li­zar este espa­ço publi­ci­tá­ri­os para empre­sas que quei­ram divul­gar seus pro­du­tos ou ser­vi­ços den­tro daque­le ambi­en­te. Esta prá­ti­ca pode aju­dar edi­to­ra a divul­gar seus pro­du­tos ou ser­vi­ços ou a ter uma ren­da extra.

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RDO — A pla­ta­for­ma de publi­ca­ção digi­tal que fun­ci­o­na 

Por: Mar­ce­la Schi­a­von

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