BREVE PANORAMA HISTÓRICO DA REVISTA NO BRASIL E NO MUNDO
POR ADRIANO RODRIGUES
A palavra revista vem do termo inglês review. Ela foi usada em 1702 por Daniel Defoe, autor de Robinson Crusoé. Naquele período, Defoe publicava periódicos com o título Review (Associação Nacional de Editores de Revista). Se analisarmos as palavras re+vista, temos a ideia de rever, de ver novamente, ou de revistar, que pode ser entendida popularmente como dar uma geral, no caso das notícias; assim, podemos dizer que a palavra revista pode ser entendida como rever assuntos, notícias etc. Souza relata em seus estudos o uso do nome revista em inglês e em francês sobre as alegações teóricas das escritoras Ana Luiza Martins, em seu livro “Revista em Revista: Imprensa e Práticas Culturais em Tempos de República”, São Paulo (1880–1922), e Marília Scalzo, em seu livro “Jornalismo de Revista”:
Nas mídias digitais, o suporte físico praticamente desaparece, e os dados são convertidos em sequência numéricas ou de dígitos — de onde digital — interpretados por um processador capaz de realizar cálculos de extrema complexidade em frações de segundos. o computador. Assim, em uma mídia digital, todos os dados, sejam eles sons, imagens, letras ou qualquer outro elemento são, na verdade, sequências de números. Essa característica permite o compartilhamento, armazenamento e conversão de dados.
No mundo ocidental, os primeiros exemplares que tem como base as características da revista como a conhecemos hoje, foram publicadas pelo teólogo alemão Joham Rits e receberam o título em alemão de Erbauliche Moanths-Unterredungen — Discussões Mensais Edificantes. Estes exemplares são considerados a primeira revista pelo Journal des Sçavans, publicado em 1665 em Paris (Associação Nacional de Editores de Revista).
Souza registra, em sua tese, o surgimento da revista nos Estados Unidos e na França:
